Caras companheiras AMNB,
Este ano, tem ocorrido vários casos de violência racista, sexista e de intolerância religiosa contra pessoas negras africanas e brasileiras aqui na Paraíba.
Ontem chegou ao nosso conhecimento (Bamidelê - Organização de Mulheres Negras) mais um caso cometido contra uma jovem Angolana, Felícia, que foi trazida para João Pessoa por um casal de empresários com promessas de trabalhar, estudar e melhorar suas condições de vida, porém desde que chegou, em abril/2010, vem sendo explorada pelo casa. Chegando a ficar doente (fez cirurgia de vesícula) e não podendo mais trabalhar, Felícia foi “descartada” pelo casal sem nenhuma indenização. Trata-se de uma situação de violação total dos direitos humanos.
O caso chegou ao conhecimento da Advogada Laura Berquó que encaminhou os procedimentos jurídicos (DEAM, MPF, MPT, PF). A Bamidelê foi procurada, por elas, para dar apoio político neste caso, mas achamos fundamental ampliar esse apoio com outras Organizações, articulações, Movimentos, Redes e Fóruns que atuam na luta pela efetivação dos direitos humanos das mulheres e da população negra.
Desta forma, estamos solicitando apoio para visibilizar o caso – pois ela está numa situação de irregularidade no país (na verdade, ela foi colocada nessa situação).
Posteriormente, vamos pensar numa carta de apoio e solicitaremos assinaturas.
Já entramos em contato com a Embaixada de Angola em Brasília e hoje, ás 14:30H, conversaremos com o Embaixador por telefone.
Hoje, já foram feitas entrevistas para algumas emissoras locais e estamos divulgando na mídia local.
Gostaria de saber se podemos contar com o apoio da AMNB e demais organizações/articulações – por favor se pronunciem.
Segue relato do caso.
Aguardo,
Terlúcia Silva
Bamidelê – Organização de Mulheres Negras na Paraíba
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Solicitação de Apoio a Felícia - uma Angolana que está sendo explorado por um casal de empresáriosParaibanos
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sábado, 11 de dezembro de 2010
Pai de Santo (Ronaldo de Xangô) ameaçado de morte na cidade de Piracicaba

Motumbá, Mucui, Kolofé
Após a votação do veto, onde os vereadores da Câmara Municipal de Vereadores de Piracicaba votou pela manutenção do veto do Prefeito Barjas Negri, e que se encerrou na madugada de segunda para a terça, ás 01:05 da manhã, a casa de Ronaldo de Xango, um dos coordenadores do Movimento Pela Liberdade Religiosa na cidade de Piracicaba, tev sua casa pichada com dizeres o ameaçando de morte, como consta a matéria do jornal em anexo.
Ronaldo de Xango, fez boletim de ocorrência e chamou os jornais da cidade, pois atos como estes não podem acontecer, a intolerância esta cada vez mais acirrada para nós das Relgiões de Matrizes Africanas.
Precisamos reagir e rápido.
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Bonecas Alabá
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010
ALUNA DO PROUNI SOFRE AGRESSÃO E DISCRIMINAÇÃO NA PUC CAMPINAS
No dia 16 de novembro de 2010 a aluna bolsista do PROUNI do curso de Jornalismo da PUC Campinas, Tássia Thais Rufino Pimenta, foi vítima de agressões físicas e discriminação feitas pela aluna também de jornalismo, Valquíria Angélica de Oliveira Rego, dentro das dependências da Universidade, tais agressões constam no Boletim de Ocorrência nº 13401/2010 registrado no 4º D.P. Campinas, emitido em 17/11/2010 em enexo.
A aluna foi chamada de favelada, morta de fome, pobre entre outros xingamentos, o que constitui crime previsto em lei.
Tal certeza de impunidade se vale pelo fato do pai da aluna agressora, ser filha de um Juiz Desembargador de São Paulo.
A agressão foi motivada por despesas de trabalho da faculdade no valor de R$ 18,00, os quais a aluna Tassia Thais, não tinha condições de pagar.
É inacreditável que em pleno seculo XXI aconteça este tipo de atitude, e o não pocisionamento da Puc Campinas, caracteriza institucionalização da violencia e da discriminação.
Pedimos que todos(as) se manifestem enviando email para:
ouvidoria@puc-campinas.edu.br reitoria@puc-campinas.edu.br
Local: Campus I - Prédio da Reitoria
Rodovia D. Pedro I, km 136
Parque das Universidades - Campinas - SP
CEP: 13086-900
Telefones: (19) 3343-7020 e 3343-7010
Ouvidoria PUC-Campinas
Rodovia Dom Pedro I – km 136 Campus I (antigo prédio da reitoria)
CEP – 13086-900 – Campinas – São Paulo
Telefones: (19) 3343-7647 e 3343-7648
e-mail: ouvidoria@puc-campinas.edu.br
A aluna foi chamada de favelada, morta de fome, pobre entre outros xingamentos, o que constitui crime previsto em lei.
Tal certeza de impunidade se vale pelo fato do pai da aluna agressora, ser filha de um Juiz Desembargador de São Paulo.
A agressão foi motivada por despesas de trabalho da faculdade no valor de R$ 18,00, os quais a aluna Tassia Thais, não tinha condições de pagar.
É inacreditável que em pleno seculo XXI aconteça este tipo de atitude, e o não pocisionamento da Puc Campinas, caracteriza institucionalização da violencia e da discriminação.
Pedimos que todos(as) se manifestem enviando email para:
ouvidoria@puc-campinas.edu.br reitoria@puc-campinas.edu.br
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CEP – 13086-900 – Campinas – São Paulo
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terça-feira, dezembro 07, 2010
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